Trajetória

Da prática com software livre à defesa da soberania

Análise socialista e vivência cotidiana com tecnologias livres. Usar, modificar e compartilhar programas mostrou-me que a infraestrutura digital também é uma questão de quem decide.

A soberania tecnológica me parece indispensável para a autodeterminação social: sem controle sobre as ferramentas, as comunidades ficam dependentes de quem as oferece.

Princípios

Autonomia digital como base da prática

Evito (na medida do possível) plataformas privativas. Defendo redes livres e federadas, democráticas, nas quais cada participante pode escolher onde estar, como se conectar e como participar da governança.